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Por que os pobres morrem pobres?

AUTHOR Da Costa, Cleberson Eduardo
PUBLISHER Createspace Independent Publishing Platform (03/11/2014)
PRODUCT TYPE Paperback (Paperback)

Description
I - POBREZA  DIFERENTE DE MISRIAHoje, alvorecer do sculo XXI, segundo dados mais recentes da ONU, cerca de mais de um bilho de pessoas so acometidas (nas suas grandes maiorias em pases pobres e/ou subdesenvolvidos da frica, sia e Amrica do sul) por estados ditos de pobrezas extremas, ou seja, aprox. de 15% a 20% da populao mundial, por motivos vrios, encontra-se vivendo na misria, subnutridas, abaixo da chamada linha de pobreza. Essa populao de famigerados do mundo (que vive abaixo da linha da pobreza, com menos de um ou dois dlares por dia)  identificada, por essa mesma ONU, como aquela que  formada por indivduos que no fazem parte da populao mundial economicamente ativa, isto , formada por indivduos que no participam - direta e/ou sistematicamente - da produo do PIB mundial (produto interno bruto) por meio dos seus pases. Em outras palavras, frise-se: So tambm identificados e/ou classificados (segundo essa mesma ONU), no como pobres, mas como miserveis, por estarem muitas vezes, alm de desempregados, sem qualquer tipo de renda fixa, e tambm por outros fatores, como, por exemplo: 1- por serem pertencentes a povos que so acometidos por guerras civis; 2- catstrofes naturais; 3- histricas desigualdades sociais extremas, etc., sobrevivendo (e no vivendo) em condies consideradas degradantes.A nossa problemtica, aqui nesse livro, sendo assim, como em todos da srie "Segredos da prosperidade", faz-se importante ressaltar, no est direcionada a estes, ou seja, aos considerados miserveis, que vivem abaixo da chamada linha de pobreza, uma vez que, pensamos que, a superao da excluso social, quando extremas, como elas esto e/ou so nesses casos de miserabilidades aqui anteriormente descritos - pensa-se - s sero possveis de serem efetivamente combatidas e/ou erradicadas por meio de polticas pblicas equitativas, no paliativas, realizadas em escala global.II - DO PROBLEMAA realidade socioeconmica das ltimas dcadas tem sido trgica: muitas pessoas pobres e/ou de classe mdia baixa, por falta de conhecimentos bsicos sobre finanas, tm no somente permanecido pobres ao longo de suas vidas proletrias, mas tambm regredido: tornado-se miserveis. Em contrapartida, o nmero de pessoas ricas s tem diminudo, assim como tambm aumentada s riquezas por elas controladas. Ou seja, nas sociedades capitalistas, a cada dia mais e mais pessoas esto ficando pobres e miserveis e, na mesma via, concentrado-se riquezas cada vez nas mos de poucos. III - DO NOSSO OBJETO DE ESTUDOA nossa problemtica, aqui, sendo-se assim, como no poderia deixar de ser, frise-se outra vez, "est e/ou estar especificamente centrada, colocada, sobre aqueles grupos de indivduos que, ainda que na condio de ditos excludos sociais e/ou de considerados pobres:1- "Possuem empregos ditos formais e/ou fontes de renda, ou seja, que esto produzindo algum tipo de riqueza, seja enquanto assalariados, seja enquanto profissionais liberais ou autnomos, formando-se estes, enquanto coletividade, o grupo da chamada populao ativa, mas, que, mesmo assim, ao longo de suas vidas ditas produtivas, no conseguem sair dela, isto , da linha de pobreza." 2- "Vivem na linha de pobreza (e no abaixo dela, na misria), mas, que, ainda assim, mesmo tendo acesso a algum tipo de renda (fazendo parte da dita populao ativa, contribuindo para a produo do PIB nacional e/ou mundial), no conseguem super-la e/ou sarem dela ao longo de suas existncias proletrias." Em outras palavras, ratificando, nosso estudo estar centrado, enquanto coletividade, ainda que os membros desse grupo estejam inconscientes dessa condio, naqueles indivduos que: "Comeam a trabalhar, s vezes muito cedo, porque so ditos pobres e, mesmo assim, depois de anos de rduo trabalho, morrem (aposentados ou no) na mesma condio de pobreza e/ou numa ainda
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Product Format
Product Details
ISBN-13: 9781497321588
ISBN-10: 1497321581
Binding: Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language: Portuguese
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Page Count: 114
Carton Quantity: 70
Product Dimensions: 6.00 x 0.24 x 9.00 inches
Weight: 0.36 pound(s)
Country of Origin: US
Subject Information
BISAC Categories
Education | Finance
Descriptions, Reviews, Etc.
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I - POBREZA  DIFERENTE DE MISRIAHoje, alvorecer do sculo XXI, segundo dados mais recentes da ONU, cerca de mais de um bilho de pessoas so acometidas (nas suas grandes maiorias em pases pobres e/ou subdesenvolvidos da frica, sia e Amrica do sul) por estados ditos de pobrezas extremas, ou seja, aprox. de 15% a 20% da populao mundial, por motivos vrios, encontra-se vivendo na misria, subnutridas, abaixo da chamada linha de pobreza. Essa populao de famigerados do mundo (que vive abaixo da linha da pobreza, com menos de um ou dois dlares por dia)  identificada, por essa mesma ONU, como aquela que  formada por indivduos que no fazem parte da populao mundial economicamente ativa, isto , formada por indivduos que no participam - direta e/ou sistematicamente - da produo do PIB mundial (produto interno bruto) por meio dos seus pases. Em outras palavras, frise-se: So tambm identificados e/ou classificados (segundo essa mesma ONU), no como pobres, mas como miserveis, por estarem muitas vezes, alm de desempregados, sem qualquer tipo de renda fixa, e tambm por outros fatores, como, por exemplo: 1- por serem pertencentes a povos que so acometidos por guerras civis; 2- catstrofes naturais; 3- histricas desigualdades sociais extremas, etc., sobrevivendo (e no vivendo) em condies consideradas degradantes.A nossa problemtica, aqui nesse livro, sendo assim, como em todos da srie "Segredos da prosperidade", faz-se importante ressaltar, no est direcionada a estes, ou seja, aos considerados miserveis, que vivem abaixo da chamada linha de pobreza, uma vez que, pensamos que, a superao da excluso social, quando extremas, como elas esto e/ou so nesses casos de miserabilidades aqui anteriormente descritos - pensa-se - s sero possveis de serem efetivamente combatidas e/ou erradicadas por meio de polticas pblicas equitativas, no paliativas, realizadas em escala global.II - DO PROBLEMAA realidade socioeconmica das ltimas dcadas tem sido trgica: muitas pessoas pobres e/ou de classe mdia baixa, por falta de conhecimentos bsicos sobre finanas, tm no somente permanecido pobres ao longo de suas vidas proletrias, mas tambm regredido: tornado-se miserveis. Em contrapartida, o nmero de pessoas ricas s tem diminudo, assim como tambm aumentada s riquezas por elas controladas. Ou seja, nas sociedades capitalistas, a cada dia mais e mais pessoas esto ficando pobres e miserveis e, na mesma via, concentrado-se riquezas cada vez nas mos de poucos. III - DO NOSSO OBJETO DE ESTUDOA nossa problemtica, aqui, sendo-se assim, como no poderia deixar de ser, frise-se outra vez, "est e/ou estar especificamente centrada, colocada, sobre aqueles grupos de indivduos que, ainda que na condio de ditos excludos sociais e/ou de considerados pobres:1- "Possuem empregos ditos formais e/ou fontes de renda, ou seja, que esto produzindo algum tipo de riqueza, seja enquanto assalariados, seja enquanto profissionais liberais ou autnomos, formando-se estes, enquanto coletividade, o grupo da chamada populao ativa, mas, que, mesmo assim, ao longo de suas vidas ditas produtivas, no conseguem sair dela, isto , da linha de pobreza." 2- "Vivem na linha de pobreza (e no abaixo dela, na misria), mas, que, ainda assim, mesmo tendo acesso a algum tipo de renda (fazendo parte da dita populao ativa, contribuindo para a produo do PIB nacional e/ou mundial), no conseguem super-la e/ou sarem dela ao longo de suas existncias proletrias." Em outras palavras, ratificando, nosso estudo estar centrado, enquanto coletividade, ainda que os membros desse grupo estejam inconscientes dessa condio, naqueles indivduos que: "Comeam a trabalhar, s vezes muito cedo, porque so ditos pobres e, mesmo assim, depois de anos de rduo trabalho, morrem (aposentados ou no) na mesma condio de pobreza e/ou numa ainda
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